Projeto Corpo, Tempo e Movimento

(Florianópolis SC)

pessoa dançando na areia

Rastro #8 : padrão antiemético

dia 18/11 às 16h na Unilivre

dia 19/11 às 16h no Parque Tanguá

Classificação indicativa: Livre

A partilha de um mesmo espaço-tempo é um convite. Os espaços de natureza da cidade fornecem percursos a serem trilhados e reinscritos a partir da provocação: O que e estar aqui? Trata-se de uma proposição ao público para a construção coletiva de um habitar momentâneo que pode deixar suas marcas mesmo na tentativa de apagá-las.

Nessa ação de site specifc o público recebe algumas indicações propositivas de movimento e interação com o ambiente. Ele é convidado a participar de um jogo em que suas ações é que confi guram a coreografi a emergente na relação com o local habitado.

Os espaços de natureza da cidade fornecem percursos a serem trilhados e reinscritos a partir da provocação: O que é estar aqui?

Ele é convidado a participar de um jogo em que suas ações configuram a coreografia emergente na relação com o local habitado.

Criação e concepção: Diana Gilardenghi, Milene Duenha, Paloma Bianchi, Sandra Meyer Filmagem e edição: Alan Langdon Assessoria de Imprensa: Néri Pedroso Fotografia: Pedro Alípio Nunes Design gráfico: Teresa Siewerdt Produção executiva: Gabriel Campos Interlocutora convidada: Luana Raiter

O que pode o estar aqui?
a composição de uma comunidade momentânea dissonante da normativa
a materialização no ambiente de uma nova forma de existir e resistir com ele
a contaminação
estar juntos, alterar a paisagem e se alterar por isso
dançar o espaço e fazer emergir poesia do encontro
inscrever corpo e política no fazer-agir
colocar a cidade no corpo e o corpo na cidade, (re) produzindo-os
mover, perguntar o que te move e o que é movido
fazer com que fi quemos perdidos e encontrados
dançar como ato político
se posicionar perante o entorno
transportar a arte para além do gesto do artista
ser guiado pelo o que há
reverberar

Concebido por Diana Gilardenghi, Milene Duenha, Paloma Bianchi e Sandra Meyer, o projeto Corpo, tempo e movimento em seis ações de dança investiga a relação entre corpo, memória e cidade, tendo como resultado seis diferentes ações de dança realizadas em espaços públicos e em locais de circulação de arte como galerias e teatros no ano de 2016. As seis ações configuram-se com um espetáculo (Ação 1: Narrativas em dois corpos), uma composição urbana (Ação 2: Dança Coral ), uma infiltração (Ação 3: Linhamar), dois solos (Ação 4: Sem título e Ação 5: Greta), uma proposição (Ação 6: O que é estar aqui?) e uma conversação (debate).

Contemplado pelo Edital Elisabete Anderle/2014, com o apoio do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Fundação Catarinense de Cultura e FUNCULTURAL, o projeto, realizado na cidade de Florianópolis, teve reverberações em nível municipal - com apresentações no Festival Internacional Múltipla Dança (maio/2016) e na Semana da Dança da Universidade Federal de Santa Catarina (junho, 2017) - e, posteriormente, em nível estadual e nacional, uma vez que o espetáculo Narrativas em dois corpos foi apresentado no Seminário de Dança de Joinville/SC (julho/2016) e no Fórum Internacional de Dança de Belo Horizonte/MG (novembro/2016). No mês de agosto de 2017, circulou por sete cidades do Estado de Santa Catarina, através da Rede SESC de Teatro compondo a programação do circuito Palco giratório. Outras ações do projeto como: O que é estar aqui e o videoarte Coral da Ponta fizeram parte da programação do Festival Internacional Múltipla Dança (maio/2017) e uma nova realização de O que é estar aqui compõe a programação da Amostra Urbana de Curitiba/PR em 2017.

Currículo

Sandra Meyer Artista e pesquisadora. Professora do Curso de Licenciatura em Teatro e do Programa de Pós-Graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina. Doutora pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Arte, Comunicação e Semiótica pela PUC/SP e autora do livro A Dança Cênica em Florianópolis (1994) e As metáforas do corpo em cena (São Paulo, Annablume, 2009 e 2011).

Diana Gilardenghi Professora, bailarina e coreógrafa. Integrou os grupos Duggandanza, Plastercaster, Potlache Ronda. Em 2000 foi contemplada pelo programa Rumos do Itaú Cultural com o trabalho Crosta. Recebeu o Prêmio Klauss Vianna 2008 para a realização de Um Duplo e Klauss Vianna 2011 para o espetáculo Em Constante. Leciona Dança Contemporânea em Florianópolis e integra o coletivo Mapas e Hipertextos

Milene Duenha É bailarina, atriz, performer, possui pós-graduação em Artes visuais / Arte - educação pela mesma universidade. É mestre em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina, e atualmente realiza pesquisa de doutorado nesse mesmo programa de pós-graduação. Desenvolve pesquisa artística no Coletivo Mapas e Hipertextos de Florianópolis-SC desde 2012.

Paloma Bianchi Professora, pesquisadora e bailarina profissional desde 1998. Graduada na faculdade de Comunicação das Artes do Corpo pela PUC-SP, com especialização em Performance, atualmente é doutoranda em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Formada como educadora do movimento pelo método Reeducação do Movimento de Ivaldo Bertazzo e em Bharathanatyam pela filial brasileira da Natyalaya School of Classical Dances. Como artista-pesquisadora participa, desde 2013, do coletivo de pesquisa e criação em artes presenciais Mapas e Hipertextos.

Realiza Certas Produções - Incentiva BOSCH